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Política Nacional de Atenção Integral às pessoas privadas de Liberdade no Sistema Prisional

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             Surge como preceito básico à garantia dos princípios fundamentais contidos na Constituição federal de 1988, e das diretrizes do SUS com vistas à equidade, através do acesso à saúde para todos e de forma indiscriminada. Após a criação e o desenvolvimento do Plano Nacional de Saúde no Sistema Penitenciário, foi estabelecida; a Política Nacional de Atenção Integral às pessoas privadas de Liberdade no Sistema Prisional, destinada a garantir por meio da promoção e prevenção de doenças transmissíveis e não transmissíveis, dentre outros agravos provenientes da vivência em confinamento, oferecer garantias e cuidados aos internos do sistema penitenciário brasileiro, bem como autonomia e condições para os profissionais de saúde atuarem no cuidado para com a população referida. Trata-se de uma ação conjunta e continuada entre as instancias da segurança pública – estadual-, a atenção básica – municipal, com o financiamento federal do Ministério d...

Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas

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Dados do (IBGE, 2010) confirmam que no Brasil existem 305 etinias, falam 274 línguas e totalizam-se 897 mil indivíduos. Essa diversidade cultural traz a beleza que acompanha o povo Brasileiro, entretanto como foi apresentado pelo grupo composto por Danilo, Dailene e Alícia, a saúde dessa população está longe de ter o mínimo de seus direitos garantidos, pois embora a constituição de 1988 tenha reconhecido a cidadania a e autonomia dos povos, muitos ainda morrem por doenças simples de serem curadas. Além disso, a CF \88 art 231 embora deixe claro que os costumes, crenças, tradições são direitos assegurados, o país ainda presencia índios sendo violentados quando suas terras são invadidas, quando são invisibilizados, quando não lhes é oferecido uma educação de qualidade e são discriminados. O grupo trouxe como temática que os direitos dos povos indígenas estão totalmente SUCATEADOS, sua harmonia com a natureza enfraquecida, a invisibilidade é tão grande que não existem nem pesquisas...

Saúde Coletiva x Saúde Pública

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A Saúde Coletiva é um movimento que surgiu na década de 70 contestando os atuais paradigmas de saúde existentes na América Latina e buscando uma forma de superar a crise no campo da saúde. Ela surge devido à necessidade de construção de um campo teórico-conceitual em saúde frente ao esgotamento do modelo científico biologicista da saúde pública. A saúde pública é entendida neste texto como vários movimentos que surgiram tanto na Europa quanto nas  Américas como forma de controlar, a priori,  as endemias que ameaçavam a ordem econômica vigente e depois como controle social, buscando a erradicação da miséria, desnutrição e analfabetismo. Contudo os vários modelos de saúde pública não conseguiram estabelecer uma política de saúde democrática efetiva e que ultrapassasse os limites interdisciplinares, ou seja, ainda permanecia centrado na figura hegemônica do médico. Dessa forma, muitos programas de saúde pública, endossados pela Organização Mundial de Saúde, ficaram reduzido...

Plano de Ação - Homicídio de Mulheres (Feminicídio)

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Na sexta feira entregamos a professora nosso PLANO DE AÇÃO , com o tema " HOMICIDIO DE MULHERES (FEMINICIDIO) SANTO ANTONIO DE JESUS - BA ", após discutirmos em sala como elaborar tal plano, resolvemos escolher este tema por tratar-se de uma situação atual. O  Plano de Ação  é uma ferramenta de gestão muito utilizada para planejamento e acompanhamento de atividades necessárias para o atingimento de um resultado desejado. O  plano de ação  permite o acompanhamento da execução das atividades mais importantes para se atingir determinados objetivos e metas. FEMINICIDIO O não reconhecimento da gravidade da violência contra as mulheres e de suas raízes discriminatórias concorre não só para que as agressões aconteçam, mas também auxiliam a manter a situação de violência até o extremo do assassinato. Age também como um obstáculo para que muitas mulheres não busquem ajuda para sair da situação de violência e, ainda, para que, quando buscarem, não sejam de...

2ª Roda de Conversa

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No dia 08/03/2018 ocorreu em sala de aula à segunda roda de conversa, onde foi discutido temas como: Racismo Institucional, Álcool e Drogas Ilícitas, com os convidados Professora Drª Diana Anunciação do CCS e Professor João, a convite das equipes, envolvidas no processo de mediação entre os temas. É de extrema importância que os temas citados sejam discutidos e abordados no contexto atual. O conceito de Racismo Institucional foi definido pelos ativistas integrantes do grupo Panteras Negras, Stokely Carmichael e Charles Hamilton em 1967, para especificar como se manifesta o racismo nas estruturas de organização da sociedade e nas instituições. Para os autores, “trata-se da falha coletiva de uma organização em prover um serviço apropriado e profissional às pessoas por causa de sua cor, cultura ou origem étnica”. Ele se manifesta em normas, práticas e comportamentos discriminatórios adotados no cotidiano do trabalho, os quais são resultantes do preconceito racial, uma atitude qu...

1ª Roda de Conversa

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Gente, vocês não imaginam qual foi o “babado” de hoje. Peraeee que eu vou contar tudo a vocês. Não vou esconder nada, nadinha. Hoje aconteceu a primeira edição de um trabalho top, planejado pela nossa queridíssima amelinha, só nossa. Rsrsrs. Brincadeirinha. Vamos compartilhar um pouco da ideia da nossa grande professora.             Como forma de apresentação das políticas nacionais de saúde para grupos específicos, nossa professora planejou, e conduziu a turma, para apresentação dos temas mediante “rodas de conversa”. Isso se realizaria com o convite de pesquisadores ou profissionais dos temas discutidos, para integrar o conteúdo com discussões atinentes à sua pesquisa/prática profissional.             No dia de hoje, realizou-se a discussão da Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transsexuais e da Política Nacional de Atenção I...

Práticas Integrativas e complementares (PIC) em saúde no Brasil

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No Brasil, o debate sobre as práticas integrativas e complementares começou a despontar no final de década de 70, após a declaração de Alma Ata e validada, principalmente, em meados dos anos 80 com a 8ª Conferência Nacional de Saúde, um espaço legítimo de visibilidade das demandas e necessidades da população por uma nova cultura de saúde que questionasse o ainda latente modelo hegemônico de ofertar cuidado, que excluía outras formas de produzir e legitimar saberes e práticas. Com esse cenário, tanto sociedade civil quanto governo federal iniciaram um movimento, até então tímido, por busca e oferta de outros jeitos de praticar o cuidado e o autocuidado, considerando o bem-estar físico, mental e social, como fatores determinantes e condicionantes da saúde.  Em vista disso, ao Governo Federal, garantir a atenção integral à saúde através das práticas integrativas e complementares implicou pensar - em conjunto com gestores de saúde, entidades de classe, conselhos, ac...